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Negócio de Mãe reúne histórias de mulheres à frente de marcas do universo materno-infantil
Com histórias contadas pelas próprias coautoras, o livro reúne trajetórias, escolhas e aprendizados de 26 mulheres que construíram negócios no mercado materno-infantil. Cris Pleszko, fundadora e diretora criativa da Nina & Maria, está entre elas. As coautoras no evento petit-comitê de pré-lançamento do livro Negócio de Mãe (foto: It Mãe Magazine) Por trás de uma marca que conhecemos pronta, com sua identidade, seus produtos e seu lugar no mercado, quase sempre existe uma história feita de escolhas, mudanças de direção, aprendizados e muitos anos de construção. São algumas dessas histórias que aparecem em Negócio de Mãe: histórias inspiradoras e lições práticas de mulheres que conciliaram a maternidade com suas empresas de sucesso no mercado materno-infantil, livro organizado e editado por Daniela Folloni, fundadora e diretora de conteúdo da It Mãe Magazine, e publicado pela Greta Books em parceria com a It Mãe. Depois de quase duas décadas acompanhando o mercado materno-infantil, Daniela reuniu no projeto mulheres que criaram ou comandam marcas de diferentes segmentos, como moda, decoração, brinquedos, calçados, fotografia, festas e design. Escrito pelas próprias coautoras, o livro reúne 26 mulheres e 26 maneiras diferentes de construir uma empresa. Entre elas está Cris Pleszko, fundadora e diretora criativa da Nina & Maria, que conta em seu capítulo como uma inquietação profissional, referências de infância e a vontade de construir algo próprio deram origem à marca. Quando uma história profissional encontra a maternidade Antes da Nina & Maria existir, Cris trabalhava como freelancer em projetos de design gráfico e web. Muitos deles, curiosamente, já estavam relacionados ao universo infantil. A vontade de ser mãe fez com que começasse a questionar como aquela rotina profissional poderia conviver com a maternidade que planejava para o futuro. A resposta não veio de uma vez. Durante uma viagem ao interior de São Paulo, enquanto acompanhava a cunhada na escolha do enxoval de sua segunda sobrinha, Cris se encantou pelas roupas de tricô, pelos bordados manuais e pela possibilidade de criar composições únicas para o bebê. Foi o início de uma mudança de percurso. Primeiro vieram peças selecionadas e personalizadas por ela. Depois, a percepção de que seria preciso criar algo próprio. Cris passou a desenvolver seus desenhos com fábricas e artesãs, acompanhando materiais, modelagens e acabamentos até construir uma identidade que permanece central para a Nina & Maria: delicadeza, trabalho artesanal e atenção aos detalhes. A própria origem do nome revela que essa história começara muito antes. Nina e Maria eram suas avós. Na infância, Cris conviveu com referências de costura, fios, botões e tricô. A família paterna teve uma malharia em São Paulo e sua avó materna costurava. Anos depois, essas memórias reapareceriam naturalmente no nome, no trabalho manual e na identidade da marca. Construir uma marca enquanto se constrói uma nova rotina Quando engravidou de Luca, a Nina & Maria tinha cerca de dois anos. O negócio ainda era pequeno, mas já estava mais estável. Cris trabalhava praticamente sozinha e, depois do nascimento do filho, conciliava amamentação, cuidados com o bebê, atendimento, pedidos, notas, embalagens e a rotina da empresa Cris e Luca, maio 2019 (foto: Cris Custódio) A experiência aparece no livro sem uma visão romantizada sobre conciliar tudo. Ao olhar para aquele período hoje, Cris reconhece que gostaria de ter formado uma equipe mais cedo. Centralizadora por muito tempo, precisou aprender a delegar, confiar e construir uma estrutura que permitisse não apenas o crescimento da empresa, mas também mais espaço para as outras áreas da vida. É dessa experiência que vem uma das reflexões que sintetizam seu capítulo: “Com as pessoas certas trabalhando com você, é possível conciliar a maternidade e o negócio.” Isso não significa que essa conciliação seja simples. Cris conta que a liberdade que tem hoje foi conquistada ao longo do tempo e que empreender muitas vezes significa trabalhar mais, lidar com inúmeras responsabilidades e aprender a desligar, algo que ela mesma admite ainda estar aperfeiçoando. Mas existe também a possibilidade de organizar a própria agenda para estar presente, acompanhar uma apresentação na escola, buscar o filho no futebol ou participar das reuniões. Para ela, encontrar esse equilíbrio passa por construir uma boa equipe, aceitar que não é possível fazer tudo sozinha e, principalmente, gostar genuinamente do que se faz. 26 histórias, diferentes maneiras de construir uma empresa Uma das riquezas de Negócio de Mãe está justamente na diversidade das trajetórias reunidas no livro. Algumas das coautoras deixaram carreiras anteriores para empreender. Outras começaram produzindo em casa, entraram em negócios familiares ou já trabalhavam no mercado antes mesmo de se tornarem mães. As empresas também cresceram por caminhos distintos, passando por lojas físicas, feiras, atacado e comércio eletrônico. Não há, portanto, uma única fórmula de sucesso. Ao longo dos capítulos aparecem questões que fazem parte da construção real de um negócio: formação de equipe, desenvolvimento de produtos, vendas, parcerias, crescimento e preservação da identidade de uma marca. Ao mesmo tempo, estão presentes as mudanças de rotina e as escolhas que acompanham a maternidade. Entre essas 26 histórias, duas têm uma conexão especialmente afetiva com a trajetória de Cris e da Nina & Maria. Talu Adjunto, Personal Baby Shopper e também colaboradora do Gestantips, foi uma das grandes parceiras e apoiadoras da Nina & Maria desde o início. Uma relação que ajuda a contar algo em que Cris acredita até hoje: boas parcerias, construídas com confiança e autenticidade, podem se tornar parte importante do crescimento de uma marca. Não por acaso, as baby shoppers também aparecem em seu capítulo como um dos canais que contribuíram para apresentar a Nina & Maria a novas clientes e ampliar a presença da marca. Outra coautora é Luciana Raunaimer, da Ameise Design, marca pela qual Cris tem profunda admiração e que também faz parte de sua história pessoal. Quando Luca era bebê, os móveis de seu quarto eram todos da Ameise. Anos depois, Cris e Luciana se encontram nas páginas do mesmo livro, agora compartilhando as histórias que existem por trás das marcas que construíram. Esses encontros talvez sejam uma boa síntese do próprio projeto. Negócio de Mãe fala sobre empresas, mas também sobre as relações, escolhas e experiências que acompanharam sua construção. As escolhas que ajudaram a construir a Nina & Maria No capítulo “Quiet luxury para bebê: o valor por trás da simplicidade refinada”, Cris percorre a história da Nina & Maria desde os primeiros passos e compartilha algumas das escolhas que passaram a orientar sua forma de empreender. Entre elas estão investir em relações e no poder do boca a boca, fortalecer o valor da marca nos detalhes, buscar autenticidade nas parcerias e crescer com calma, apoiada por uma estrutura consistente. Há uma ideia que atravessa toda a narrativa: uma marca não se constrói a partir de um único movimento. No caso da Nina & Maria, o crescimento veio da soma entre feiras, presença digital, parcerias, relações construídas ao longo dos anos e uma busca constante por evolução, sem abandonar aquilo que definiu a marca desde o início. Hoje, com o marido Danilo Fiorani, também como sócio e uma equipe estruturada, Cris segue à frente da criação e do desenvolvimento da Nina & Maria. A marca ampliou seu universo, mas mantém no centro aquilo que nasceu ainda nas primeiras peças: o cuidado com o design, os trabalhos artesanais, os bordados e a atenção aos detalhes. Cris Pleszko (foto: Camila Mendonça) Talvez seja justamente esse encontro entre transformação e permanência uma das partes mais interessantes de acompanhar em histórias de marcas que crescem: entender o que precisou mudar para que aquilo que era essencial pudesse permanecer. Um livro sobre negócios, mas também sobre escolhas Embora Negócio de Mãe fale sobre empreendedorismo, suas histórias não interessam apenas a quem tem uma empresa. Ao reunir experiências tão diferentes, o livro também fala sobre mudanças de carreira, decisões familiares e as muitas maneiras encontradas por essas mulheres para continuar construindo uma vida profissional depois da maternidade. Não existe a defesa de que toda mãe deveria empreender, tampouco uma fórmula pronta para chegar ao sucesso. O que existe são 26 trajetórias reais, com conquistas, dificuldades, escolhas e aprendizados próprios. E talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais interessantes do livro: descobrir o que existe por trás de marcas que fazem parte do universo materno-infantil e conhecer as mulheres que as construíram. Lançamento de Negócio de Mãe Negócio de Mãe será lançado oficialmente em São Paulo no dia 15 de setembro de 2026, às 18h, na Livraria da Travessa do Shopping Villa-Lobos. O livro já está disponível em pré-venda na Amazon. Depois do lançamento, também estará disponível na Livraria da Travessa, em outras livrarias físicas e nos principais marketplaces. Negócio de Mãe: histórias inspiradoras e lições práticas de mulheres que conciliaram a maternidade com suas empresas de sucesso no mercado materno-infantil Organização e edição: Daniela FolloniPublicação: Greta Books, em parceria com a It Mãe MagazinePáginas: 224Lançamento: 15 de setembro de 2026, às 18hLocal: Livraria da Travessa, Shopping Villa-Lobos, São PauloPré-venda: compre aqui
Saber maisRN ou P: como escolher o tamanho ideal da saída de maternidade?
Como escolher o tamanho da saída de maternidade? Montar a mala da maternidade é um dos momentos mais especiais da gestação. E junto com a emoção, surge uma dúvida muito comum: afinal, devo escolher tamanho RN ou P para a saída de maternidade? A boa notícia é que, na maioria dos casos, a escolha é mais simples do que parece. Na maioria das vezes, o RN é a melhor opção A roupa da maternidade foi pensada para ser usada nos primeiros dias de vida, quando a maioria dos bebês veste tamanho RN. Por isso, para grande parte das famílias, o RN costuma proporcionar o melhor caimento nesse momento tão especial. Quando considerar o tamanho P? O tamanho P pode ser uma boa escolha quando o bebê apresenta um crescimento acima da média durante a gestação. Nesses casos, o obstetra costuma acompanhar informações como peso estimado e percentis observados nas ultrassonografias. O que é percentil? O percentil é uma medida utilizada para comparar o crescimento do bebê com o de outros bebês da mesma idade gestacional. Por exemplo: Percentil 50: crescimento dentro da média. Percentil 90: bebê maior do que aproximadamente 90% dos bebês da mesma idade gestacional. Percentil 10: bebê menor do que aproximadamente 90% dos bebês da mesma idade gestacional. É importante lembrar que o percentil não é uma nota nem uma classificação. Ele apenas ajuda o médico a acompanhar o desenvolvimento do bebê ao longo da gestação. E o tamanho M? Essa é outra dúvida bastante frequente. Mesmo quando o bebê é considerado grande para a idade gestacional, a escolha normalmente continua sendo entre RN e P. O tamanho M foi desenvolvido para acompanhar uma fase posterior do crescimento e, por isso, costuma ficar grande demais para ser usado na maternidade. Resumo rápido Se você quer uma regra simples para lembrar: ✓ A maioria dos bebês veste RN na maternidade. ✓ O tamanho P costuma ser indicado para bebês com crescimento acima da média. ✓ O tamanho M raramente é indicado para os primeiros dias de vida. Ainda está em dúvida? Cada bebê é único e o obstetra é sempre a melhor fonte para avaliar o crescimento durante a gestação. Se você ainda não sabe qual tamanho escolher para a saída de maternidade, nossa equipe terá prazer em ajudar.
Saber maisGestação com estilo: aproveite as peças que já fazem parte do seu guarda-roupa
Olá! Hoje no meu primeiro post aqui , quero me apresentar antes de dar qualquer dica para vocês. Meu nome é Deh Martini. Sou consultora de imagem há 20 anos, empresária e mãe. Não necessariamente nessa ordem! Ah, e um detalhe importante: sou pisciana e AMO ajudar mulheres. Acredito que todo mundo tem um dom. Pode ser na fala, na escuta, nos conselhos ou nas relações. O meu, sem dúvida, é ensinar. Compartilhar tudo o que meus 25 anos trabalhando com moda me ensinaram: tornar o ato de se vestir algo leve, prático e cheio de personalidade. Ao longo da minha trajetória, atendi mais de 5.000 mulheres reais e acompanhei muitas delas durante a gravidez, ajudando-as a atravessar essa fase sem perder a conexão com a própria imagem. Quando engravidei, foi muito natural aproveitar as peças que eu já tinha. Não precisei renovar completamente o guarda-roupa. Usei tudo o que fazia sentido do meu closet e investi apenas em algumas peças estratégicas. Hoje, a convite da Nina & Maria, fico muito feliz em compartilhar um pouco dessa experiência com vocês. Se você está gravidinha — ou gravidíssima — quero deixar uma frase que pode acompanhar toda a sua maternidade: vai passar. Se hoje você está se sentindo inchada e desconfortável, vai passar. Se está se sentindo linda e maravilhosa, também vai passar. Assim como as fases dos nossos filhos, tudo muda. Por isso, vale a pena viver esse momento com leveza e aproveitar também a experiência de se vestir. Depois que o bebê nasce, muitas vezes acabamos nos colocando em segundo plano. Mas, como eu disse, essa fase também passa. Agora, vamos às dicas! 1. no primeiro trimestre Se você ainda está no primeiro trimestre, aproveite suas calças e, se gosta de salto, use sem culpa enquanto estiver confortável. Depois, a barriga cresce, os pés podem inchar e alguns sapatos deixam de servir. 2. no segundo trimestre É quando a barriguinha costuma aparecer. Aqui entra um dos maiores aliados da gestante: os tecidos. Quanto mais elastano a peça tiver na composição, por mais tempo ela acompanhará as mudanças do seu corpo. 3. valorize a barriga Quando a barriga surge real, seu corpo muda de proporção. Agora você é um biotipo que chamamos de OVAL na Consultoria de Imagem. Isso significa que quanto mais larga deixar a parte de cima, maior você vai parecer (nada de errado, estou só ensinando). Peças largas na parte de cima: Marcar a barriga vai ser sempre a melhor pedida. 4. A terceira peça faz diferença Terceira peça é vida. Ah mas eu tenho calor…. Não tem problema, a terceira peça não precisa ser um casaco… pode ser um kimono bem levinho, uma camisa aberta, um colete sem manga. Durante a minha gestação, a terceira peça foi uma grande aliada para compor os looks. 5. Organize o guarda-roupa a seu favor Não adianta deixar todas suas peças a mostra quando você não cabe mais nelas, porque senão todo dia pela manhã vai ser uma tortura. Se olhar pro closet e tiver que revisar cada peça se cabe ou não, isso te desanimar. Ou seja, deixa um espaço para as peças que cabem ou esconda o restante do que não serve. Isso funcionou muito pra mim. Era mais rápido e eu não ficava sofrendo com as peças que naquele momento “não cabiam” Tenho muitos looks de gestante para compartilhar e várias dicas que podem facilitar essa fase. Deixe sua dúvida nos comentários. Vou adorar conversar com vocês e ajudar para que a gestação seja vivida com conforto, confiança e muito estilo. Deh MartiniConsultora de imagem, Colorista e Personal StylistFundadora do Resolva meu Look é referência no Brasil em coloração pessoal ministrando cursos e palestras sobre o tema, além de já ter formado mais 5.000 consultoras de imagem. Site: www.colorcraft.com.brNas redes sociais @dedhmartini.
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Cada bebê é único, e a astrologia pode ser uma ferramenta divertida e interessante para conhecer um pouco mais sobre sua personalidade desde os primeiros anos de vida.
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Gestação saudável começa no prato:
O que não pode faltar na dieta da gestante
Confira os alimentos essenciais que toda gestante deveria incluir em sua alimentação. Dicas e exemplo de cardápio para manter sua gestação saudável.
Saber maisUm valioso resumo sobre a amamentação!
Gosto sempre de repetir meu mantra da amamentação:NÃO EXISTE LEITE FRACO!Acredite na potência do seu corpo e na natureza!Existe sim, problemas na produção de leite, mas o leite produzido, mesmo que seja mínimo, nunca deverá ser desperdiçado. Ele é o melhor alimento, feito sob medida para seu bebê.
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